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20 de julho de 2026

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Goldman Sachs aposta em alta da bolsa americana

ECONOMIA Otimismo 19/07/2026 15:20 Mariana Suzuki, colaboração para a CNN Brasil cnnbrasil.com.br

O banco Goldman Sachs prevê que os lucros das empresas que formam o índice S&P 500 vão crescer 24% até 2026. Isso significa que, para eles, a bolsa de valores dos Estados Unidos ainda tem espaço para subir, contrariando quem espera uma queda.

Diario Flip

A temporada de balanços do segundo trimestre das empresas americanas está começando a ganhar força e deve servir como um termômetro para o mercado nos próximos meses.

Em uma newsletter recente, o Goldman Sachs afirmou que espera um crescimento de 24% nos lucros das companhias que fazem parte do S&P 500 em 2026. Na visão do banco, esse cenário pode sustentar a continuação da valorização da bolsa americana.

  • O Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento do mundo, está otimista com a bolsa americana.
  • Eles preveem que os lucros das empresas do S&P 500 vão crescer 24% até 2026.
  • Isso indica que, para eles, as ações ainda podem subir, contrariando quem espera uma queda.
  • A economia americana continua mostrando força, o que ajuda as empresas a lucrarem mais.
  • Mas é importante lembrar que o mercado de ações sempre tem riscos e pode mudar de direção.

O tema foi destaque no quadro "Insights da Semana", apresentado durante a Resenha do Dinheiro desta semana por Marilia Fontes.

Segundo a economista e sócia-fundadora da Nord Investimentos, a projeção do banco reforça a expectativa de que ainda existe espaço para novas altas no mercado de ações dos Estados Unidos, contrariando investidores que aguardam uma realização mais intensa dos lucros.

Mais insights

Outro destaque da semana foi um relatório da BlackRock sobre as perspectivas para a América Latina. Segundo Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, a gestora avalia que a região apresenta um cenário mais favorável do que outros mercados emergentes, impulsionado pelo processo de desinflação e por políticas monetárias mais rígidas.

Apesar da avaliação positiva, Bernardo ressalta que o relatório recomenda analisar cada país de forma individual, já que as oportunidades variam conforme as características de cada economia.

"Por exemplo, o Peru pode se beneficiar do avanço dos investimentos em cobre e ouro, o Chile reúne oportunidades em cobre, lítio e infraestrutura, enquanto o Brasil ainda enfrenta o desafio da inflação elevada", explica.

Thiago Godoy, educador financeiro, também chamou atenção para um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre os impactos do tarifaço para os produtos brasileiros. Segundo o estudo, mais de 4 mil itens podem ser afetados, o que representa cerca de US$ 15 bilhões em exportações, sendo US$ 4,2 bilhões apenas do agronegócio.

"O aumento das tarifas pode elevar custos, reduzir a competitividade das empresas brasileiras e também afetar companhias americanas que mantêm cadeias de suprimentos integradas com o Brasil", afirma.

Resenha do Dinheiro

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o "Papai Financeiro", Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, e Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb. O programa propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos, sem abrir mão da análise.

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.


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