O governo federal publicou uma nova medida que amplia o acesso ao crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada, permitindo que mais pessoas possam contratar empréstimos com desconto em folha. A medida também reduz os juros e aumenta o prazo de pagamento.
O governo federal publicou nesta terça-feira (14) uma nova medida provisória que amplia o acesso ao crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada. A medida permite que mais pessoas possam contratar empréstimos com desconto em folha, reduz os juros e aumenta o prazo de pagamento.
Com a nova regra, trabalhadores que ganham até dois salários mínimos terão direito a uma parcela maior do salário comprometida com o pagamento do empréstimo, o que aumenta o valor disponível para contratação. Além disso, o prazo de pagamento passa de 48 para 72 meses, e os juros são reduzidos em até 1,5 ponto percentual ao mês.
- O crédito consignado é um empréstimo com desconto automático na folha de pagamento, o que reduz o risco de inadimplência e permite juros mais baixos.
- Trabalhadores que ganham até dois salários mínimos terão mais limite de comprometimento da renda com o empréstimo.
- O prazo de pagamento aumenta de 48 para 72 meses, ou seja, até 6 anos para quitar a dívida.
- Os juros caem em até 1,5 ponto percentual ao mês, tornando o crédito mais barato.
- A medida vale para novos contratos e também para a portabilidade de contratos já existentes.
Quem pode contratar
Podem contratar o crédito consignado trabalhadores com carteira assinada, inclusive os que estão em regime de trabalho intermitente. Também têm direito os aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos e militares.
Como contratar
Para contratar, o trabalhador deve procurar um banco ou instituição financeira que ofereça o crédito consignado. O valor do empréstimo é descontado diretamente da folha de pagamento, e as parcelas não podem comprometer mais do que o limite permitido.
A medida provisória ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para se tornar lei definitiva. Enquanto isso, as novas regras já valem para os trabalhadores que quiserem contratar o crédito.




