Concessionária enviou cobrança de R$ 73 mil
Empresa de energia é condenada
Energisa vai pagar R$ 15 mil a um açougue porque cortou sua energia mesmo com ordem da Justiça para não cortar. O corte fez o açougue fechar temporariamente em março de 2026.
Entenda o caso
O açougue sofria uma cobrança de R$ 73 mil. A Energisa disse que o medidor registrava só 25% do consumo, mas o açougue alega que isso foi uma inspeção feita sem aviso e sem acompanhamento. O processo diz que o consumidor não foi avisado e não teve chance de se defender.
- Energisa descumpriu ordem judicial e cortou luz de açougue.
- O açougue teve que fechar por meses.
- Energisa cobrou R$ 9,7 mil para religar.
- A Justiça anulou cobrança de R$ 73 mil.
- Agora Energisa deve devolver R$ 9,7 mil e pagar indenização.
O corte ilegal
O açougue tinha uma liminar que suspendia a cobrança e proibia o corte. Mesmo assim, a Energisa cortou a energia em 2 de março de 2026. Para religar, ela exigiu R$ 9,7 mil.
Sem energia, o açougue não podia funcionar e tinha risco de perder carne. Ficou fechado até o dono pagar em 28 de maio, quase três meses depois. O processo revela que a energia só voltou após esse pagamento.
Decisão final
Em julho de 2026, a Justiça já tinha anulado a cobrança de R$ 73 mil e definido a indenização de R$ 15 mil. Mas o açougue pediu também a devolução dos R$ 9,7 mil pagos para religar.
Na última terça-feira (25), a juíza decidiu que a Energisa também deve devolver os R$ 9,7 mil.




