A ExpoT&C, a maior feira científica da América Latina, começou na segunda-feira (28) e vai até sábado (1º) no campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, Rio de Janeiro. O evento acontece junto com a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
A ExpoT&C, maior feira de ciências da América Latina, começou na segunda-feira (28) e vai até sábado (1º). O evento acontece no campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, no Rio de Janeiro. A feira acompanha a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
- 67 expositores mostram projetos de universidades, institutos de pesquisa e empresas.
- A UFRJ exibe impressora 3D, submarino, foguete, carro e avião feitos por alunos.
- Um aeromodelo pesa 4,5 kg e consegue levar até 10 kg de carga.
- A ciência da Amazônia também está presente com estande do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
- A feira é gratuita e aberta ao público em Niterói.
Logo na entrada, o estande da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) chama a atenção. Ele mostra vários projetos feitos por alunos da graduação. Raphael Cavalcante, diretor de integração acadêmica e comunicação da universidade, explica que o foco é trazer pesquisas que criam tecnologias novas. "Uma parte do nosso estande veio do Museu Nacional e a outra parte a gente trouxe da graduação. Aqui, vocês vão encontrar impressora 3D, submarino, foguete, carro, avião", disse Cavalcante.
Projetos incríveis dos alunos
Um dos projetos apresentados é um aeromodelo feito pelo grupo Minerva Aerodesign. Arthur Chehab Lasmar, estudante de engenharia elétrica, conta que o objetivo era fazer um avião bem leve para carregar mais peso. "A gente tinha que fazer um avião mais leve para levar uma maior quantidade de carga. Esse avião pesa, ao todo, 4,5 kg e consegue levar entre 9 e 10 kg", afirmou Arthur. Ele explica que empresas usam este tipo de avião para transportar cargas e para fazer imagens na agricultura.
A ciência que vem da Amazônia
A ciência feita em diferentes lugares do Brasil também está na feira. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) tem um espaço no evento. O diretor do instituto, Henrique dos Santos Pereira, lembra que o Inpa é uma das instituições de ciência e tecnologia mais antigas do país, com 74 anos. "Somos uma referência de ciência e tecnologia para ciências tropicais no mundo. Participar de um evento nacional ajuda a divulgar o trabalho do Inpa, que contribui para uma compreensão maior da sociedade das questões relativas à conservação da biodiversidade da Amazônia", diz.
Jorge Luiz Ramos Lobato, coordenador do Bosque da Ciência do Inpa, acredita que o espaço ajuda a divulgar os cursos de pós-graduação do instituto. "É uma oportunidade de a gente dialogar com a comunidade acadêmica. Isso pode ajudar a despertar o interesse dos estudantes a querer se interiorizar na Amazônia", afirma.








