O Brasil está se recuperando na produção de cacau depois de dois anos de crise. O volume de amêndoas recebidas aumentou muito, o que é uma ótima notícia para o setor.
O primeiro semestre de 2026 trouxe uma melhora significativa na disponibilidade de cacau no Brasil, com um aumento de 63,4% no recebimento de amêndoas em comparação ao mesmo período de 2023. Este é um marco importante após dois anos de crise no setor.
- O Brasil não importou amêndoas de cacau no segundo trimestre de 2026, algo que não acontecia há quatro anos.
- O volume de amêndoas recebidas no primeiro semestre foi de 95 mil toneladas.
- A recuperação é resultado de assistência técnica e melhorias na produtividade.
- Apesar do avanço, o país ainda não é autossuficiente na produção de cacau.
- A presidente da associação alerta que o setor precisa continuar trabalhando para consolidar essa recuperação.
Contexto da recuperação
Segundo Ana Paula Lozi, presidente executiva da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau, a recuperação é resultado de um trabalho contínuo de assistência técnica e melhorias na produtividade. No entanto, ela alerta que ainda não se pode considerar a autossuficiência do país em relação ao cacau.
Dados do recebimento
- O Brasil não importou amêndoas no segundo trimestre de 2026, pela primeira vez em quatro anos.
- O volume de recebimento de amêndoas no primeiro semestre foi de 95.000 toneladas.
- Ainda há um longo caminho até a autossuficiência na indústria de cacau.
Desafios futuros
Ainda que os números sejam positivos, a presidente da associação enfatiza que o setor deve continuar trabalhando para consolidar essa recuperação e superar os desafios que ainda persistem.


Aipc aponta alta de 63,4% no recebimento de cacau no 1º semestre


