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21 de julho de 2026

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Governo chama 500 aprovados no CNU para novos cargos

GERAL Concursos 21/07/2026 15:11 Daniella Almeida - Agência Brasil agenciabrasil.ebc.com.br

O governo federal nomeou 500 pessoas aprovadas no Concurso Nacional Unificado (CNU) para trabalhar em dois novos tipos de cargos. Eles vão atuar em diferentes órgãos públicos, ajudando em áreas como justiça, defesa e desenvolvimento. Depois de começar a trabalhar, eles terão que fazer um curso de especialização para se preparar melhor.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos nomeou 500 pessoas aprovadas na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para dois cargos de nível superior.

Para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD) foram 250 nomeações. As outras 250 são para a carreira de Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS). Todos vão trabalhar no Ministério da Gestão, mas podem ser enviados para outros órgãos do governo federal, conforme a necessidade.

  • O governo nomeou 500 pessoas aprovadas no CNU para dois novos cargos.
  • Os cargos são de Analista Técnico de Justiça e Defesa e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico.
  • Os novos servidores podem ser alocados em diferentes ministérios e secretarias.
  • Eles precisam passar por exames médicos e apresentar documentos para tomar posse.
  • Depois da posse, eles farão um curso de especialização de 360 horas.

As nomeações foram publicadas em uma edição extra do Diário Oficial da União de segunda-feira (20).

Os dois cargos foram criados em 2025 pela Lei nº 15.141/2025 e fazem parte das carreiras transversais da administração pública federal. Isso significa que os servidores podem ser alocados entre diferentes ministérios e secretarias, conforme as necessidades do governo.

Posse

Os nomeados devem seguir as orientações e os procedimentos para posse estabelecidos na Portaria de Pessoal 8.453/2026, do Ministério da Gestão.

A documentação obrigatória para a posse está disponível no Portal do Servidor.

Os documentos devem ser apresentados por meio da plataforma digital SouGov.br, conforme as orientações do Manual do Ingressante.

Inspeção médica

Para a inspeção médica oficial, os nomeados devem, antes, providenciar, por conta própria, os exames médicos admissionais previstos na portaria. Entre eles, estão:

  • hemograma completo com plaquetas;
  • tipagem sanguínea ABO e fator RH;
  • glicemia de jejum;
  • creatinina;
  • lipidograma (colesterol total e triglicérides);
  • EAS, popularmente chamado de exame de urina, entre outros.

Nessa inspeção médica, será emitido o Atestado Declaratório de Aptidão ou Inaptidão Física e Mental, documento obrigatório para a posse do futuro servidor.

Profissionalização

Após a posse e o início das atividades, os novos servidores das duas carreiras deverão participar do Programa de Profissionalização para as Carreiras de Desenvolvimento de Políticas de Justiça e Defesa e de Desenvolvimento Socioeconômico (Profcar), da Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

A matrícula deve ser feita de forma online diretamente no portal oficial da Enap entre os dias 3 e 14 de agosto.

A profissionalização dos servidores recém-empossados começará em 18 de agosto e o término está previsto para 23 de outubro.

O programa tem nível de pós-graduação lato sensu, com carga horária mínima de 360 horas, e será exclusivamente na modalidade presencial.

A participação no programa é requisito para aprovação no estágio probatório.

CNU 2

A segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado ofereceu 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais. Os cargos públicos foram agrupados em nove blocos temáticos. Os cargos de cada bloco puderam ser escolhidos conforme a ordem de preferência indicada no momento da inscrição do candidato.

Do total, 3.144 vagas foram destinadas a cargos de nível superior e 508 a cargos de nível intermediário.

Conforme previsto em lei federal, o concurso unificado fez reserva de vagas para pessoas negras, pessoas com deficiência (PCD), indígenas e quilombolas.

Nesse processo seletivo, o Ministério da Gestão ainda adotou o mecanismo de equiparação de gênero, com o objetivo de garantir que o número de mulheres aprovadas para a fase discursiva do certame fosse proporcional ao de candidatos homens.

A medida inédita resultou na participação de mais de 24 mil mulheres, cerca de 57% dos convocados, nas provas.


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