Uma mulher das Filipinas, grávida de seis meses, e seu filho de quatro anos foram resgatados pela Polícia Militar em São Paulo. Eles estavam presos em casa pelo companheiro da mulher, que controlava seus documentos. A vítima pediu ajuda à família nos Estados Unidos, que acionou a polícia.
Uma mulher filipina, grávida de aproximadamente seis meses, e seu filho de quatro anos foram resgatados de um cárcere privado na zona norte de São Paulo. Segundo a PM-SP, as vítimas eram mantidas presas em uma residência pelo companheiro da mulher.
- O resgate aconteceu depois que a vítima pediu ajuda à família nos Estados Unidos.
- A família contratou um advogado, que acionou a polícia com as informações do local.
- O suspeito controlava o passaporte e outros documentos da vítima, impedindo-a de sair de casa.
- O agressor já tinha sido condenado antes pelo mesmo crime contra a mesma mulher em outro estado.
- Após ser solto, ele se mudou para São Paulo e voltou a morar com a vítima, repetindo o crime.
A operação policial começou após uma denúncia ao Disque-Denúncia. A vítima conseguiu entrar em contato com familiares que moram nos Estados Unidos e pedir ajuda. A família, então, contratou um advogado que acionou a corporação e passou os detalhes necessários para as buscas.
O resgate
Ao chegarem ao local indicado, policiais do 9º Batalhão encontraram a mãe e a criança. O suspeito, que não estava no imóvel e ainda não foi encontrado, controlava o passaporte, o Registro Nacional Migratório e outros documentos pessoais da vítima, impedindo-a de deixar a casa.
Reincidência no crime
A PM-SP informou também que o agressor já tem condenação anterior por manter a mesma mulher em cárcere privado em outro estado. Segundo o coronel Paulo Aguilar, que comanda a área, o homem havia se mudado para São Paulo após ser solto e voltou a morar com a vítima, repetindo o crime.
Acolhimento das vítimas
Depois do resgate, a mulher e o menino foram acolhidos pelas equipes da Patrulha SP Mulher Segura. Segundo a PM-SP, ambos receberam atendimento inicial e foram levados em segurança para a 4ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da capital, onde o caso foi registrado.


Polícia Militar de SP. Crédito: Marcelo D. Sants/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO



