O governo publicou uma regra que dá 120 dias para o país criar um plano de ação. Um grupo de trabalho, com a ajuda da Academia Brasileira de Ciências, vai coordenar esse processo.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) aprovou a Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para o período de 2024 a 2034. A Portaria nº 10.226, publicada no dia 28 de julho, define as regras para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação no país durante a próxima década.
De acordo com a norma, esse documento será o principal guia de planejamento do ministério para criar, colocar em prática, acompanhar e avaliar políticas públicas, programas, projetos e ações voltadas para a área de ciência e tecnologia.
- O governo criou um plano de 10 anos para a ciência e tecnologia no Brasil, que vai até 2034.
- Um grupo de trabalho foi formado para detalhar esse plano em 120 dias.
- A Academia Brasileira de Ciências e outros órgãos vão participar desse grupo.
- O plano vai definir metas e ações práticas para os anos de 2027 a 2031.
- O objetivo é melhorar a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento tecnológico no país.
Uma das consequências dessa nova estratégia será a criação do Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação para os anos de 2027 a 2031. Esse plano vai detalhar, em 120 dias, as iniciativas, metas e ações que serão colocadas em prática.
Grupo de trabalho
Para coordenar esse processo, a portaria criou um grupo de trabalho. Esse grupo será liderado pela secretaria-executiva do ministério e terá a ajuda de especialistas e representantes com experiência em áreas ligadas à política científica e tecnológica.
Farão parte desse grupo integrantes da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), além de pesquisadores e gestores da área.
Entre as tarefas do grupo estão: definir como e quando o plano será feito, promover a comunicação entre as partes do ministério e outros membros do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, juntar as contribuições técnicas e aprovar a proposta final que será enviada à ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação.


Valter Campanato/Agência Brasil


