A Lua cheia de julho, conhecida como 'Lua do Veado', poderá ser vista a olho nu em todo o Brasil nesta quarta-feira (29). O nome vem de uma tradição de povos indígenas da América do Norte, que associavam cada Lua cheia a eventos da natureza. Neste caso, a referência é ao período em que os veados machos renovam seus chifres.
A Lua cheia desta quarta-feira (29) poderá ser observada a olho nu em todo o Brasil e traz consigo um nome curioso, "Lua do Veado", também conhecida como "Lua do Cervo". O fenômeno ocorre apenas uma vez por ano e faz parte de uma tradição centenária de povos indígenas da América do Norte, que associavam cada Lua cheia a eventos marcantes da natureza.
- A "Lua do Veado" é a Lua cheia de julho, que só acontece uma vez por ano.
- O nome vem de uma tradição de povos indígenas da América do Norte.
- A referência é ao período em que os veados machos renovam seus chifres.
- No Brasil, a Lua poderá ser vista a olho nu, desde que o tempo esteja limpo.
- Binóculos ou telescópios ajudam a ver detalhes, mas não são necessários.
O nome faz referência ao período em que os veados e cervos machos começam a desenvolver uma nova galhada. Nessa época do ano, os animais renovam os chifres, que crescem cobertos por uma camada aveludada até atingirem o tamanho definitivo. Foi esse ciclo natural que inspirou a denominação da Lua cheia de julho.
Embora a nomenclatura tenha origem no Hemisfério Norte, ela passou a ser utilizada internacionalmente para identificar a Lua cheia deste período do ano, independentemente da estação em cada país. No Brasil, onde é inverno, o fenômeno pode ser observado normalmente, desde que as condições do tempo permitam boa visibilidade.
A Lua vai nascer no início da noite e permanecer visível durante toda a madrugada. Para uma melhor observação, a recomendação é procurar locais com pouca iluminação artificial e horizonte livre, embora o fenômeno possa ser visto sem equipamentos especiais. Binóculos ou telescópios ajudam a visualizar detalhes da superfície lunar, mas não são necessários.


Foto: Addy Graham/Universidade do Arizona


