Veja como a lei seca funciona, as penalidades para quem dirige bêbado e os números do aumento das operações em todo o estado.
As operações contra o consumo de álcool ao volante cresceram muito no estado de São Paulo. Entre 2022 e 2025, o número de veículos fiscalizados aumentou 450%. Ou seja, quase cinco vezes mais carros foram parados pela polícia.
Algumas regiões tiveram crescimento ainda maior. Jundiaí lidera com alta de quase 1.300% no número de veículos fiscalizados. Outras cidades como Itapeva, Presidente Prudente, Franca e Ribeirão Preto também registraram aumentos expressivos.
- Dirigir alcoolizado gera multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses.
- O número de operações da lei seca aumentou 234% no estado entre 2022 e 2025.
- Recusar o bafômetro também dá multa e suspensão da carteira.
- O veículo só é liberado se outro condutor habilitado e sóbrio aparecer.
- Para reaver a CNH, o motorista precisa fazer curso de reciclagem e passar por prova.
Penalidades para quem dirige bêbado
Dirigir alcoolizado é infração gravíssima. O motorista perde a CNH por 12 meses e precisa pagar multa de R$ 2.934,70. Além disso, o carro só é liberado se outra pessoa habilitada e sóbria puder dirigir. Se ninguém aparecer, o veículo vai para o pátio.
Dentro desses 12 meses, o motorista deve fazer um curso de reciclagem e passar em uma prova teórica para recuperar a habilitação.
Se o motorista se recusar a soprar o bafômetro, também sofre as mesmas penalidades: multa e suspensão do direito de dirigir.
Crescimento das operações
Em 2025, foram realizadas 1.272 operações da lei seca no estado, contra 382 em 2022. Isso representa um aumento de 234%. O número de veículos fiscalizados passou de 142.324 para 781.458 no mesmo período.
Algumas cidades já superaram os números de todo o ano de 2025 somente no primeiro semestre de 2026, como Campinas, São Bernardo do Campo, São José dos Campos e Sorocaba.


As operações da lei seca tiveram crescimento ano a ano em todas as regiões das superintendências do Detran-SP


