Ex-governador de Minas defende ajuste nas contas públicas para reduzir juros e endividamento dos brasileiros, em sabatina.
Resumo
O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, defendeu nesta terça-feira, 25, a necessidade de uma reforma administrativa e de um corte de gastos no âmbito federal. Segundo Zema, se não houver um corte de gastos, o Brasil não se viabiliza. As declarações foram dadas durante participação em sabatina do Grupo Globo.
Com uma camiseta preta com a frase "Chega de bets", o ex-governador de Minas Gerais iniciou a entrevista defendendo um ajuste nas contas públicas. Segundo Zema, o elevado gasto público tem provocado altas taxas de juros, que levam ao alto endividamento do consumidor e causam pedidos de recuperação judicial por parte de grandes empresas.
"Temos taxa de juros real a 8%,9%, que é a maior do mundo. Isso está fazendo com que brasileiros fiquem cada vez mais endividados. Oito a cada dez brasileiros na hora de comprar, moto, celular, ou qualquer bem de maior valor, financiam isso. Se o juro está alto, significa prestações nas alturas", declarou.
O candidato afirmou ser "especialista em fazer ajustes" e disse que o Brasil "nunca teve presidente que deu bom exemplo" na área. Ele também defendeu a necessidade de enfrentar fraudes em programas sociais, mas declarou que as políticas são "essenciais a serem mantidas."
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Este texto foi criado para oferecer uma visão clara e acessível sobre as declarações de Zema, com foco em informações verificáveis e linguagem simples.
Seções
Contexto da sabatina, proposta de reformas e impactos para a economia brasileira
- Reforma administrativa defendida
- Corte de gastos federais em debate
- Juros altos afetam endividamento dos trabalhadores
- Fraudes em programas sociais mencionadas
- Associação com eleições de 2026


Divulgação / TV Cultura - Nadja Kouchi



