??ºC Cuiabá-MT

25 de julho de 2026

pt-br

EUA consideram ataques mais fortes contra o Irã

MUNDO Guerra 25/07/2026 08:32 AFP - Jovem Pan jovempan.com.br

A guerra, que o presidente Trump disse que duraria até cinco semanas, já está no quinto mês e está afetando a popularidade do Partido Republicano antes das eleições de novembro nos Estados Unidos.

Diario Flip

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (24) que ainda não decidiu se vai lançar ataques de grande escala contra o Irã. Isso acontece em um momento em que o conflito ameaça se espalhar pela região, com os ataques da Arábia Saudita contra os rebeldes houthis.

Trump disse que adiaria uma operação importante agora que o Irã está "levando a sério" as conversas com os Estados Unidos. "Eles estão ficando cada vez mais sérios com o passar dos dias, talvez pelo motivo óbvio", afirmou.

  • Trump ainda não decidiu se vai atacar o Irã com força total.
  • A guerra já dura cinco meses, muito mais do que o previsto.
  • A popularidade do Partido Republicano cai por causa do conflito prolongado.
  • O Irã ameaça os EUA, e a China pede calma e negociações.
  • Os ataques dos EUA miram o bloqueio iraniano no Estreito de Ormuz.

O presidente americano deixou claro que sua linha vermelha é o Irã estar perto de desenvolver uma arma nuclear. Trump disse que o Irã precisa escolher entre um acordo ou enfrentar "um nível maior" de ataques, depois de quase duas semanas de operações americanas que quebraram o cessar-fogo.

A guerra, que Trump disse que duraria até cinco semanas, já está no quinto mês e está afetando a popularidade do Partido Republicano antes das eleições legislativas de novembro. Essa eleição é muito importante para o resto do mandato do presidente.

Os Estados Unidos afirmam que o objetivo dos ataques é acabar com o bloqueio iraniano no Estreito de Ormuz. O Irã respondeu atacando bases americanas no Oriente Médio, o que já matou quatro soldados americanos.

Trump também insistiu que Rússia e China não estão armando o Irã, mesmo com informações de que os dois países estariam ajudando a inteligência iraniana a atacar as forças americanas. "O presidente Xi disse que não vai participar e o presidente Putin disse o mesmo. Confio neles. Não acho que eles queiram me decepcionar", afirmou.

Na área diplomática, o chanceler chinês, Wang Yi, se reuniu com o ministro iraniano, Abbas Araqchi, no Quirguistão. Wang pediu a retomada imediata das negociações e a aplicação do acordo para aliviar a tensão no Oriente Médio e na região do Golfo, segundo a agência Xinhua.


Newsletter