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23 de agosto de 2026

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Funcionária da academia de Virginia pede demissão e denuncia homofobia

MUNDO Polêmica 23/08/2026 07:31 METRÓPOLES folhamax.com

Uma funcionária da academia WeGym, de Virginia Fonseca, anunciou nas redes sociais que pediu demissão e relatou episódios de homofobia e discriminação. Ela afirma que sofreu preconceito por causa da sua orientação sexual e que a empresa não tomou providências.

Diario Flip

Uma funcionária da academia WeGym, que pertence a Virginia Fonseca, usou as redes sociais para anunciar que pediu demissão. Ela disse que sofreu homofobia e discriminação no ambiente de trabalho.

Segundo Ana Carla, a decisão foi tomada depois que ela se posicionou diante de situações que, no relato dela, "passaram dos limites do respeito". Ela afirma que os problemas estavam relacionados à sua orientação sexual.

  • Ana Carla trabalhava na recepção da academia.
  • A academia WeGym fica em Goiânia e foi fundada por Virginia Fonseca e Samara Pink.
  • Ana Carla afirmou que não era um caso isolado e que já havia relevado outras situações.
  • A academia negou, dizendo que o contrato de experiência foi encerrado por critérios técnicos.
  • Virginia Fonseca ainda não se pronunciou publicamente sobre o caso.

No pronunciamento, Ana Carla disse: "Não foi um episódio isolado. Já deixei passar algumas coisas, mas chegou um momento em que decidi não ficar calada. Não aceito ser tratada com indiferença, desrespeito ou preconceito. Também não consigo ignorar situações injustas no trabalho."

Ela completou: "Quem trabalha na recepção está na linha de frente. Muitas vezes somos nós que recebemos as reclamações e tentamos resolver os problemas. A liderança deveria vir com preparo, respeito e trabalho em equipe, não com competição ou tentativa de diminuir os outros."

Na publicação, Ana Carla não deu detalhes sobre o que aconteceu na academia, nem citou nomes. A WeGym foi inaugurada em Goiânia no final de julho por Virginia e Samara Pink.

Em nota, a WeGym disse que o contrato de experiência da colaboradora foi encerrado por não efetivação, com base em critérios técnicos e dentro da legislação trabalhista.

Em nota oficial, a academia informou: "O contrato de experiência da colaboradora foi encerrado por não efetivação, baseado em critérios técnicos e conforme a legislação trabalhista. Trata-se de um procedimento administrativo padrão, sem outras motivações."

"A empresa reafirma seu compromisso com ética, diversidade e respeito, repudiando qualquer forma de preconceito e assegurando tratamento igualitário a todos os funcionários."

"A WeGym considera o assunto encerrado."


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