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15 de agosto de 2026

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Cardiologista é preso novamente por feminicídio da esposa em Campo Grande

POLÍCIA Feminicidio 15/08/2026 14:21 Adriano Fernandes e Augusto Castro, Primeira Página primeirapagina.com.br

João Jazbik Neto, médico cardiologista de 78 anos, foi preso na tarde dessa sexta-feira (14) por suspeita do feminicídio da esposa, a fisioterapeuta Fabiola Marcotti, de 51 anos. O crime ocorreu em 18 de maio, na chácara onde o casal morava, na região da Chácara dos Poderes, em Campo Grande.

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João Jazbik Neto, médico cardiologista de 78 anos, foi preso na tarde dessa sexta-feira (14) por suspeita do feminicídio da esposa, a fisioterapeuta Fabiola Marcotti, de 51 anos. O crime ocorreu em 18 de maio, na chácara onde o casal morava, na região da Chácara dos Poderes, em Campo Grande.

Resumo da notícia

  • O médico já havia sido preso anteriormente por posse ilegal de arma, após a morte da esposa.
  • A prisão preventiva foi decretada pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri.
  • A defesa do médico classificou a prisão como 'descabida' e afirmou que vai recorrer.
  • O caso foi inicialmente tratado como suicídio, mas depois virou suspeita de feminicídio.
  • Fabiola Marcotti tinha 51 anos e era fisioterapeuta.

O mandado de prisão preventiva foi expedido no final da tarde desta sexta-feira (14) pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos, titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Em nota, o advogado José Belga Trad, responsável pela defesa do médico, classificou a prisão como 'descabida' e afirmou que adotará as medidas necessárias para tentar reverter a decisão. Confira abaixo a manifestação completa da defesa.

Nota da defesa

"Prisão descabida. O inquérito não foi concluído e o processo nem começou. A verdade precisa ser apurada no processo e, para tanto, é indispensável, elementar, fundamental, por assim dizer, que o investigado e sua defesa sejam ouvidos e tenham o direito de produzir as suas provas e contestar as provas produzidas pela investigação. Isso se faz durante o processo, que nem começou, porque sequer denúncia há contra o Dr. João. Vamos tomar as providências contra esse absurdo que aconteceu", comentou o advogado.

O caso chegou a ser tratado como suicídio, mas logo evoluiu para suspeita de feminicídio. A morte é apurada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).


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