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29 de julho de 2026

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Democracia se fortalece com regras e responsabilidade

POLÍTICA Democracia 29/07/2026 14:32 Jéssica Riva (Folhamax) folhamax.com

A democracia não depende só de eleições. Ela fica mais forte quando a Constituição é respeitada, as instituições cumprem seu papel e os cidadãos exercem seus direitos e deveres com responsabilidade. O voto não é um ato de emoção passageira, mas uma decisão consciente que exige reflexão e compromisso com o futuro. Convenções partidárias, por exemplo, são etapas essenciais onde os partidos escolhem candidatos e reafirmam seu compromisso com a legalidade. Respeitar esse processo é respeitar a própria democracia.

Diario Flip

A democracia não se sustenta apenas pelas eleições. Ela se fortalece quando a Constituição é respeitada, as instituições cumprem seu papel e os cidadãos exercem seus direitos e deveres com responsabilidade.

O voto é uma das maiores garantias do Estado Democrático de Direito. É por meio dele que o povo exerce sua soberania, escolhendo livremente aqueles que irão representá-lo. O voto, portanto, não pode ser tratado como um ato de conveniência ou emoção passageira. É uma decisão que exige consciência, reflexão e compromisso com o futuro.

  • A democracia precisa de regras para funcionar bem, e não de ausência delas.
  • O voto é uma decisão importante, que exige pensar no futuro, e não apenas em emoções momentâneas.
  • Convenções partidárias são momentos em que os partidos mostram seu compromisso com a lei e com a escolha de candidatos.
  • A política não é ruim por si só; o problema acontece quando pessoas não agem com honestidade e responsabilidade.
  • A boa política ajuda a criar empregos, garantir direitos e construir um Estado que funciona para todos.

Da mesma forma, as convenções partidárias representam uma etapa essencial do processo democrático. São nelas que os partidos exercem sua autonomia, escolhem seus candidatos e reafirmam seu compromisso com a legalidade e com as regras eleitorais. Respeitar esse processo é respeitar a própria democracia.

Vivemos um tempo em que muitas vezes se tenta desacreditar a política. No entanto, não é a política que falha; falham as pessoas quando deixam de honrar os princípios que deveriam orientar a vida pública. A boa política continua sendo um instrumento indispensável para promover desenvolvimento, garantir direitos, fortalecer a segurança jurídica e construir um Estado eficiente e comprometido com o bem comum.

Minha história com a política

Tenho profundas raízes nesse universo. Sou filha de um homem que dedicou cinco mandatos à Assembleia Legislativa e irmã de uma deputada estadual que também escolheu servir à sociedade. Cresci aprendendo que a vida pública exige coragem para decidir, firmeza para defender convicções e humildade para ouvir a população. O verdadeiro legado na política não se mede pelo tempo de mandato, mas pela confiança conquistada e pelo serviço prestado.

Ao longo da minha trajetória, a experiência como empresária me ensinou o valor do trabalho, da livre iniciativa, da responsabilidade com as pessoas e da importância de gerar oportunidades. Como esposa e mãe de três filhas, aprendi que a família é o primeiro espaço onde se formam o caráter, o respeito e os valores que sustentam uma sociedade forte.

O que precisamos para ter uma democracia forte

Acredito que uma democracia sólida depende de cidadãos conscientes, de partidos responsáveis e de representantes comprometidos com a ética, a transparência e o interesse público. Ela também depende da defesa intransigente da liberdade, do respeito às leis e da preservação dos valores que unem a nossa sociedade.

Mais do que disputar eleições, precisamos fortalecer a confiança das pessoas nas instituições. Mais do que discursos, precisamos de exemplos. E mais do que promessas, precisamos de responsabilidade.

O Brasil e Mato Grosso continuarão avançando quando compreendermos que democracia não significa ausência de regras, mas respeito a elas; não significa divisão permanente, mas diálogo com firmeza de princípios; não significa privilégios, mas serviço à sociedade.

Defender a democracia é defender a liberdade com responsabilidade, a participação com consciência e a política como um verdadeiro compromisso com as pessoas e com o futuro das próximas gerações.

Mais do que um direito, participar da democracia é um dever de todos nós.


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