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18 de outubro de 2026

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POLÍTICA

Pesquisa mostra que mais brasileiros rejeitam o governo Lula do que aprovam

POLÍTICA Pesquisa 03/09/2026 08:56 Jovem Pan jovempan.com.br

O PoderData/Aya revelou nesta quinta-feira que 50% dos entrevistados desaprovam a gestão de Lula, enquanto 42% se manifestam a favor. O resultado indica que as opiniões favoráveis e desfavoráveis ao Presidente seguem muito próximas, mantendo a polarização política no país.

Diario Flip

A nova pesquisa de opinião pública realizada pelo PoderData em parceria com a Aya trouxe um retrato atualizado da avaliação da população brasileira em relação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dados, divulgados nesta quinta-feira (3), mostram que a desaprovação do atual mandatário segue ligeiramente à frente da aprovação.


De acordo com o levantamento, 40% dos entrevistados declararam que desaprovam a maneira como o presidente trabalha, enquanto 42% afirmaram aprovam a gestão. Cerca de 8% da população ouvida disse não saber ou preferiu não opinar sobre o tema.


Os principais pontos do levantamento e o contexto da pesquisa são os seguintes:

  • O índice de desaprovação do governo Lula é de 50%, superando a aprovação, que está em 42%.
  • A avaliação pessoal negativa do presidente atinge 48% dos entrevistados, contra 34% de opiniões positivas.
  • A pesquisa foi realizada por telefone entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro de 2026.
  • Todos os números possuem uma margem de erro de 1,8 ponto percentual, com 95% de confiabilidade.
  • O instrumento de coleta foi registrado no TSE com o número BR-07561/2026.

Em comparação com o levantamento anterior, realizado no final de agosto, a popularidade do presidente se manteve praticamente estável. Não houve oscilações significativas que indiquem uma virada de chave na opinião pública a curto prazo. A estabilidade nesse período sugere que os eleitores continuam divididos e atentos às ações do governo federal.


Avaliação pessoal de Lula e variação dos números

Além da aprovação da gestão do governo, a pesquisa também mediu a avaliação pessoal do presidente Lula. De forma geral, o líder petista possui uma percepção pública um pouco mais negativa do que a do governo como um todo. Isso indica que, embora muitos rejeitem o conjunto de ações do Executivo, uma parte ainda mantém uma visão mais tolerante da figura individual do presidente.

Os dados detalhados mostram que a visão positiva do trabalho de Lula aumentou um ponto percentual, chegando a 34%. Essa leve alta foi suficiente para equilibrar parças com a avaliação regular, que registrou uma queda de dois pontos percentuais e agora situa-se em 15%. A percepção negativa, no entanto, permaneceu inalterada em 48%.

Esses números indicam que, para quase a metade da população, a imagem de Lula é predominantemente ruim. Aqueles que mantêm uma visão positiva do país sob a liderança do PT representam também uma parcela expressiva, mas menor do que a dos críticos. A soma das avaliações não se completa em 100% devido à porcentagem de eleitores que não responderam ou não souberam dizer.

Método e credibilidade da pesquisa

Para obter esses resultados, o PoderData entrevistou 3 mil pessoas por meio de telefonemas, o que garante uma amostragem ampla o suficiente para representar o cenário nacional. O levantamento ocorreu entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro. A metodologia é considerada robusta no cenário político brasileiro, seguindo os padrões exigidos pelos órgãos oficiais.

A margem de erro de 1,8 ponto percentual, com 95% de confiança, significa que, se a pesquisa fosse repetida, os resultados provavelmente estariam dentro desse intervalo de variação. A instituição é reconhecida por sua regularidade e transparência na divulgação de indicadores de popularidade. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) assegura que todas as regras de campanha e fiscalização foram respeitadas durante a coleta.

A pesquisa carrega o número oficial BR-07561/2026, permitindo que qualquer cidadão ou partido de oposição possa auditor os dados brutos e checar a veracidade das informações apresentadas ao público. Tal transparência é essencial em democracias maduras, permitindo que a opinião forme sua própria visão com base em dados confiáveis.

Com esses números em mãos, os analistas políticos seguem debatendo os reflexos que essa estabilidade pode ter nas eleições futuras. A divisão equilibrada entre aprovadores e desapradores sugere que a batalha pela persuasão do eleitorado continua intensa. Os próximos meses devem testar se a estabilidade atual se mantém ou se novos índices de inflação ou ações de governo podem mudar essa balança de aprovação.


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