Edson Fachin, do Supremo, defende respeito ao voto e tranquilidade para o pleito de domingo. A notícia revela que o governo dos EUA teria investido 1 milhão de dólares em campanha contra o tribunal, fato investigado pela AGU.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quinta-feira (1º) o respeito ao voto dos eleitores e a paz nas eleições do próximo domingo (4). Em nota à imprensa, ele reafirmou o compromisso com a democracia e a liberdade de escolha "em ambiente de paz".
Fachin destacou a importância do processo democrático: "O voto é a expressão máxima da cidadania e a garantia de que a vontade popular define o futuro do Brasil". O presidente do STF também elogiou o trabalho da Justiça Eleitoral, afirmando que a democracia deve ser fortalecida por todos os cidadãos.
- 158 milhões de brasileiros estão convocados a votar com serenidade e confiança nas instituições.
- O STF pediu que a escolha dos candidatos seja feita sem violência ou pressão externa.
- A Advocacia-Geral da União (AGU) abriu investigação sobre suposta interferência dos EUA nas eleições.
- O governo americano teria destinado cerca de R$ 5,1 milhões para uma campanha contra o STF.
- Observadores internacionais já chegaram ao Brasil para monitorar a lisura das votações.
Investigação contra suposta interferência dos EUA
Mais cedo no mesmo dia, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR). O objetivo é investigar a suposta atuação do governo dos Estados Unidos para interferir nas eleições brasileiras e deslegitimar o STF.
A ação partiu de uma reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian na quarta-feira (30). Segundo a matéria, o governo dos EUA destinou US$ 1 milhão (valor aproximado de R$ 5,1 milhões) para promover uma campanha negativa contra o tribunal de justiça brasileiro.





