O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que a empresa Meta não pode usar seus algoritmos para reduzir o alcance das propagandas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Flávio Bolsonaro nas redes sociais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, nesta sexta-feira (16), para que a Meta não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral nem de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nem de Flávio Bolsonaro (PL).
A decisão havia sido tomada pelo ministro Marco Aurélio Bellizze e foi seguida por Floriano de Azevedo Marques, André Mendonça e Estela Aranha.
- O TSE proibiu a Meta de limitar o alcance de postagens políticas de Lula e Flávio Bolsonaro.
- A empresa, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, é acusada de falhas na entrega de conteúdo.
- O pedido foi feito pela campanha de Lula após reclamações sobre redução de visibilidade.
- Quatro ministros votaram a favor da medida, criando uma maioria no tribunal.
- A decisão busca garantir igualdade de tratamento na distribuição de propaganda eleitoral.
A decisão foi dada em ação protocolada pela campanha do presidente Lula à reeleição, após a coligação dizer que a empresa, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, tem falhado, de forma reiterada e sistemática, na entrega de postagens da coligação.





