A pré-campanha de Flávio Bolsonaro mudou a estratégia para atingir eleitores mais jovens e indecisos. O senador do PL utilizou vídeos com músicas de funk, coreografias e uma linguagem mais informal nas redes sociais. O objetivo era criar uma imagem menos rígida e mais acessível para ganhar espaço no segundo turno da eleição de 2026, buscando apoio de quem não se identifica com o perfil mais tradicional da direita.
Um dos principais objetivos da pré-campanha de Flávio Bolsonaro foi ampliar a presença entre eleitores jovens e fora do núcleo mais fiel ao bolsonarismo.
A Jovem Pan mostrou que o senador adotou vídeos, músicas, dancinhas e uma linguagem mais informal nas redes sociais para tentar suavizar a própria imagem.
- Estratégia focada em eleitores jovens e indecisos.
- Uso de funk, vídeos de dança e linguagem neutra.
- Criticada por parte da própria direita.
- Busca por um perfil menos sisudo e mais acessível.
- Importância para uma disputa presidencial polarizada.
Estratégia digital e mudança de imagem
A estratégia também buscava alcançar eleitores de centro e indecisos, considerados fundamentais para uma disputa presidencial polarizada.
A pré-campanha chegou a usar funk, vídeos de dança e até linguagem neutra em publicações, o que provocou críticas em parte da própria direita.
A aposta era apresentar um candidato menos sisudo e mais acessível para públicos que ainda não estavam fechados com o bolsonarismo.





