Cansaço extremo, falta de ar, inchaço e palpitações podem ser sinais de que o coração não está bombeando sangue direito. Essa condição é crônica, precisa de acompanhamento médico e pode variar de gravidade.
A insuficiência cardíaca é uma doença grave e duradoura que exige acompanhamento médico constante. Reconhecer os sintomas e saber os principais fatores de risco ajuda no diagnóstico precoce e no controle do problema.
- O coração não consegue bombear sangue suficiente para o corpo.
- Os sintomas incluem cansaço, falta de ar e inchaço.
- A doença tem diferentes tipos, dependendo da capacidade do coração.
- Fatores como pressão alta e diabetes aumentam o risco.
- O tratamento pode incluir remédios, mudanças na alimentação e até cirurgia.
Segundo o SNS24, a insuficiência cardíaca acontece quando o coração não consegue bombear sangue na quantidade certa para o corpo ou tem dificuldade para relaxar e encher de sangue.
Por causa disso, os órgãos e tecidos podem ficar sem oxigênio e nutrientes para funcionar bem.
A doença pode ser classificada de acordo com a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo, que é uma medida feita por exames de imagem para ver como o coração está empurrando o sangue para o corpo.
Na insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, esse índice fica abaixo de 40%, o que mostra que o coração está com dificuldade para bombear. Quando o resultado fica entre 40% e 49%, a condição é considerada intermediária.
Já na insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, o coração ainda consegue bombear bem, mas pode ter dificuldade para relaxar e se encher de sangue.
Entre os sinais de alerta estão cansaço intenso, falta de ar, palpitações frequentes, inchaço nas pernas ou na barriga, aumento da vontade de fazer xixi à noite, tontura, desmaios e ganho de peso sem motivo.
A falta de ar também pode piorar ao deitar, fazendo a pessoa precisar de mais travesseiros para dormir. Esses sintomas não confirmam a doença, mas devem ser avaliados por um médico.
Doenças das artérias do coração, infarto e pressão alta estão entre os principais fatores de risco. Colesterol alto, diabetes, obesidade, fumo, sedentarismo, histórico familiar de problemas cardíacos e alterações genéticas também podem aumentar a chance de ter a condição.
O tratamento varia conforme o tipo e a gravidade da insuficiência cardíaca. Mudanças na alimentação, prática de exercícios com orientação, parar de fumar e usar os remédios corretamente geralmente fazem parte do cuidado.
Em alguns casos, podem ser necessários procedimentos como cateterismo ou colocação de dispositivos no coração. Quando a doença está avançada e não responde a outros tratamentos, o transplante de coração pode ser considerado.




